Apresentado informe sobre exploração infantil na América Latina
Yokohama (21.Dezembro/2001) - No Congresso Mundial sobre exploração sexual comercial infantil, que teve a duração de quatro dias (de 17 a 20), participaram mais de três mil delegados, entre eles, diplomatas de 134 países e representantes de organizações não governamentais para debater os progressos alcançados desde o primeiro Congresso Mundial celebrado em Estocolmo, em 1996, e para buscar soluções que podem diminuir o tráfico de escravas brancas para prostituição, a venda de menores e a utilização da infância na pornografia. No congresso, os delegados latino-americanos e caribenhos reconheceram que apesar do avanço na visibilidade do problema da exploração sexual da infância, ainda persiste uma tolerância e permissibilidade que impedem sua abordagem com a seriedade e firmeza necessária na região. Essa situação está exacerbada pela falta de leis atualizadas que possam julgar as novas formas de exploração, como a pornografia infantil, o tráfico de crianças e o turismo sexual. Na América Latina e Caribe -regiões com uma cultura predominantemente machista- nos poucos casos em que ocorre intervenção por parte dos órgãos competentes, os meninos e meninas vítimas, terminam castigados e estigmatizados, enquanto o explorador -seja usuário, intermediário ou proxeneta- se beneficia com a impunidade. As relações desiguais de intercâmbio comercial e as políticas neoliberais favorecem a exploração dos mais vulneráveis em benefício do capital. A seguir, mais detalhes em espanhol. Se presentó ante el Congreso en Yokohama el primer informe regional de Centroamérica y México, sobre los crecientes niveles del tráfico de niños y niñas para la explotación sexual comercial. El documento, que incluye a Costa Rica, Nicaragua, Honduras, El Salvador, Guatemala
terça-feira, 25 de novembro de 2008
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