terça-feira, 25 de novembro de 2008
Prostituição na Bolivia
Na cidade de Córdoba, encontra-se o centro de residentes Bolivianos onde habitualmente se denuncia abusos dos direitos dos residentes Bolivianos na Argentina, onde somos testemunhas também do tráfico de bolivianos para trabalhos forçados, insalubres e logo que remunerados, trabalho escravo. Muitas vezes explorados tanto por bolivianos como por argentinos, mas por assim dizer pouco as organizações como o ministério do trabalho, a fiscalização e a polícia não desenvolvem o trabalho que deveriam fazer por ofício e as vítimas não denunciam os fatos muitas vezes por ameaças, e o consulado da Bolívia ao invés de reverter esta realidade só se ocupa de desviar dos jornalistas quando a notícia é capa dos diários e não há campanhas de informação e denúncia destes feitos à toda comunidade.
Na Bolívia, onde os portais de Internet mostram crianças bolivianas tendo relações com adultos, onde se vendem esses vídeos na rua pública e onde pela Internet ou nos prostíbulos se oferta a virgindade de uma menina a 25 dólares. É nesse lugar, nesse país onde nada se está fazendo pontualmente para reverter essa realidade, também é o mesmo país que exporta escravos para a Argentina. E o mais lamentável, é que todas as vítimas que mencionamos são de camadas sociais baixas e que em sua maioria são descendentes de povos indígenas da América.
A prioridade dada aos meninos de rua também varia. “As iniciativas relacionadas às crianças são relegadas a um segundo plano quando surgem problemas econômicos”, diz Marta Lucía de la Cruz, que trabalha com um grupo de defesa da criança na Colômbia. Mónica Pacheco, diretora da PRODEPA, Fundação para o Incentivo e o Desenvolvimento Familiar na Bolívia, diz que neste ano de eleição “a situação [de riscos das crianças] não é promissora, não é uma prioridade”.
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